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Síndrome da fabela: o pequeno osso que pode causar dor atrás do joelho

A síndrome da fabela é uma causa incomum de dor na região posterior e lateral do joelho. Ela ocorre quando a fabela, um pequeno osso localizado atrás da articulação, passa a sofrer atrito ou compressão contra o fêmur e os tecidos próximos. O desconforto pode aparecer ao esticar completamente a perna, correr, subir escadas ou repetir movimentos de flexão e extensão, além de provocar estalos, pressão local e sensibilidade ao toque.

Ter uma fabela não significa ter uma doença, pois essa estrutura pode estar presente sem causar qualquer sintoma. A síndrome só é considerada quando existe relação entre a localização da dor, o exame físico e os achados dos exames de imagem. É necessário haver avaliação por um ortopedista porque outras lesões podem gerar sintomas parecidos como o cisto de Baker, lesões dos meniscos, tendinopatias, alterações da cartilagem e problemas ligamentares.

A presença da fabela é considerada normal apesar dela existir somente em uma parcela das pessoas. É um osso acessório que não faz falta, e só se torna clinicamente relevante quando participa de algum processo doloroso, sofre trauma, irrita estruturas vizinhas ou interfere na mecânica do joelho.

Exemplos práticos de como ela pode aparecer no atendimento médico:

  1. Uma pessoa realiza uma radiografia por algum motivo e descobre uma pequena estrutura óssea atrás do joelho, sem apresentar dor.
  2. Um corredor sente dor posterolateral apenas ao esticar totalmente a perna durante a passada.
  3. Um paciente percebe um ponto endurecido e sensível atrás da parte externa do joelho.
  4. Uma pessoa operada do joelho apresenta estalos dolorosos posteriores que não existiam antes do procedimento.

Essas situações não têm o mesmo significado. No primeiro exemplo, a fabela provavelmente é apenas uma característica anatômica. Nos demais, ela pode fazer parte do diagnóstico, mas outras causas precisam ser investigadas.

Onde a fabela fica localizada?

A fabela geralmente está localizada dentro do tendão da cabeça lateral do músculo gastrocnêmio, um dos principais músculos da panturrilha. Ela fica na região posterolateral do joelho, atrás do côndilo lateral do fêmur.

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O côndilo lateral é a porção externa e arredondada da extremidade inferior do fêmur. Durante a flexão e a extensão do joelho, a fabela pode se aproximar ou entrar em contato com essa região óssea. Em algumas pessoas, existe inclusive uma pequena superfície de articulação entre as duas estruturas.

Sua posição é próxima de componentes importantes do joelho, como:

  • Tendão da cabeça lateral do gastrocnêmio.
  • Cápsula articular posterior.
  • Ligamento fabelofibular, quando presente.
  • Côndilo lateral do fêmur.
  • Nervo fibular comum.
  • Vasos sanguíneos da parte posterior do joelho.

Para compreender melhor essa localização, vale conhecer também a anatomia funcional dos isquiotibiais, músculos que participam da flexão, do controle e da estabilidade dinâmica do joelho.

A posição exata da fabela varia entre as pessoas. Ela pode ser pequena e arredondada, maior e mais alongada ou apresentar formatos irregulares. Em alguns casos, aparece em apenas um joelho. Em outros, está presente nos dois lados.

Exemplos que ajudam a entender como a localização influencia os sintomas:

  1. Ao esticar completamente o joelho, a fabela pode ser pressionada contra o côndilo lateral do fêmur.
  2. Durante uma corrida, o trabalho repetitivo do gastrocnêmio pode aumentar a tensão sobre o pequeno osso.
  3. Ao ficar muito tempo em pé com o joelho hiperestendido, algumas pessoas sentem pressão atrás da articulação.
  4. Quando há inflamação local, a palpação da região posterolateral pode reproduzir a dor relatada pelo paciente.

A dor costuma ser mais lateral do que central. Entretanto, a percepção do paciente nem sempre é precisa. Por esse motivo, o exame físico é necessário para identificar o ponto mais sensível e diferenciar a fabela de outras estruturas.

Qual é a prevalência da fabela na população?

A frequência da fabela varia bastante entre populações, métodos de estudo e critérios usados para identificá-la. Uma metanálise sobre sua distribuição étnica e geográfica estimou uma prevalência mundial próxima de 25%. No mesmo trabalho, estudos em cadáveres encontraram uma frequência média maior, de aproximadamente 32%, enquanto estudos radiológicos identificaram cerca de 19%.

Essa diferença ocorre porque pequenas fabelas cartilaginosas podem não ser visualizadas em radiografias convencionais. A identificação também depende da qualidade do exame, do posicionamento do joelho e da experiência de quem analisa a imagem.

Pesquisas mostram ainda variação significativa entre regiões geográficas e grupos populacionais. Alguns trabalhos relatam números relativamente baixos, enquanto outros identificam a estrutura em uma parcela muito maior das pessoas avaliadas.

Os dados devem ser interpretados com cautela, pois:

  • A prevalência da fabela não é igual à prevalência da síndrome.
  • A maioria das pessoas com essa estrutura não sente dor.
  • A identificação em um exame não confirma que ela seja a origem do sintoma.
  • A frequência pode variar conforme a população estudada.
  • Fabelas cartilaginosas podem ser subestimadas em radiografias.

Em termos práticos, algumas situações são possíveis:

  1. A pessoa não possui fabela e apresenta dor posterior causada por outra estrutura.
  2. A pessoa possui fabela, mas nunca desenvolve sintomas.
  3. A pessoa possui fabela e sente dor posterior, porém o sintoma vem de outro problema.
  4. A pessoa possui fabela e apresenta sinais clínicos compatíveis com irritação mecânica dessa estrutura.

Essa distinção é essencial para evitar diagnósticos incorretos.

Quando a fabela pode causar dor?

A fabela pode se tornar dolorosa quando há aumento do contato mecânico com o côndilo lateral do fêmur, irritação do tendão do gastrocnêmio, inflamação dos tecidos próximos ou alteração da biomecânica do joelho.

A síndrome costuma estar relacionada à compressão repetitiva durante a extensão. Quando a perna é esticada, a fabela pode ser pressionada contra o fêmur. Se essa pressão for excessiva ou repetida, o contato pode sensibilizar o osso, a cartilagem, o tendão e a cápsula articular.

Entre as situações associadas estão:

  • Aumento repentino do volume de corrida.
  • Treinos com muitas arrancadas ou saltos.
  • Hiperextensão repetitiva do joelho.
  • Alterações da marcha ou da mecânica esportiva.
  • Rigidez muscular.
  • Sobrecarga do gastrocnêmio.
  • Trauma direto na região posterior.
  • Fratura da fabela, que é rara.
  • Alterações degenerativas locais.
  • Modificações mecânicas após cirurgia ou prótese de joelho.

A literatura descreve a síndrome como uma causa rara de dor posterolateral, principalmente quando o desconforto aumenta com a extensão e existe sensibilidade sobre a fabela. Também podem ocorrer estalos ou sensação de ressalto durante movimentos repetidos.

Esses relatos ajudam a direcionar a investigação, mas não são exclusivos da síndrome. A dor na parte de trás do joelho pode ter diferentes origens e exige uma análise conjunta dos sintomas, do histórico e do exame físico.

Quais são os sintomas da síndrome da fabela?

O sintoma mais característico é a dor localizada na região posterolateral do joelho. A intensidade pode variar desde um desconforto leve depois do exercício até uma dor persistente que limita a caminhada, o esporte ou a extensão completa da articulação.

Os sintomas possíveis incluem:

  • Dor atrás e na parte externa do joelho.
  • Sensibilidade à pressão sobre a região da fabela.
  • Desconforto ao esticar completamente a perna.
  • Dor ao correr, saltar ou subir escadas.
  • Estalo ou sensação de ressalto.
  • Sensação de pressão posterior.
  • Limitação dolorosa da extensão.
  • Irritação depois de movimentos repetitivos.
  • Desconforto ao permanecer com o joelho estendido por muito tempo.
  • Dor durante a contração da panturrilha.

Em quadros leves, o paciente pode sentir apenas um incômodo depois de atividades mais intensas. A dor costuma melhorar com redução temporária da carga e não interfere nas tarefas diárias.

Em quadros moderados, o sintoma pode aparecer ao caminhar rápido, subir escadas, dirigir por muito tempo ou realizar exercícios. A pessoa passa a adaptar os movimentos para evitar a extensão completa.

Em quadros persistentes, a dor pode surgir durante atividades simples, provocar perda de confiança no apoio e limitar o desempenho esportivo. Nessa situação, é importante buscar avaliação médica, especialmente quando o quadro não melhora com ajustes de carga.

Alguns sintomas merecem atenção mais rápida:

  1. Inchaço importante ou aumento progressivo do volume do joelho.
  2. Incapacidade de apoiar o peso na perna.
  3. Dor intensa após queda, impacto ou hiperextensão.
  4. Perda de força ou alteração da sensibilidade na perna e no pé.
  5. Travamento articular verdadeiro.
  6. Vermelhidão, calor local ou febre.
  7. Dor e inchaço na panturrilha.
  8. Piora contínua mesmo com redução das atividades.

Alterações de sensibilidade, formigamento ou fraqueza podem indicar irritação de estruturas nervosas próximas, embora isso seja incomum. Esses sinais não devem ser atribuídos à fabela sem uma avaliação cuidadosa.

O que pode ser confundido com a síndrome da fabela?

A parte de trás do joelho reúne músculos, tendões, ligamentos, nervos, vasos sanguíneos e estruturas da própria articulação. Por isso, diversos problemas podem provocar dor semelhante.

  • Cisto de Baker: O cisto de Baker é uma bolsa preenchida por líquido sinovial que se forma na região posterior do joelho. Pode produzir pressão, inchaço e limitação para dobrar ou esticar a perna.
  • Lesões dos meniscos: O corno posterior dos meniscos pode provocar dor ao agachar, girar o corpo sobre o pé apoiado ou flexionar profundamente o joelho. Estalos, derrame articular e travamento também podem ocorrer. Os meniscos do joelho distribuem cargas, ajudam na estabilidade e protegem a cartilagem. Uma lesão meniscal pode coexistir com a presença de uma fabela, o que torna a interpretação dos exames ainda mais importante.
  • Tendinopatias: Os tendões do gastrocnêmio, dos isquiotibiais e do músculo poplíteo podem ficar dolorosos após sobrecarga. Atletas que aumentaram recentemente o volume de treino podem apresentar dor posterior sem qualquer relação com a fabela.
  • Lesões ligamentares: Lesões do ligamento cruzado posterior ou das estruturas do canto posterolateral podem causar dor, instabilidade e dificuldade para apoiar a perna. Frequentemente existe um histórico de trauma, queda, colisão ou torção.
  • Alterações da cartilagem e artrose: Desgaste ou lesão da cartilagem pode provocar dor, rigidez, estalos e inchaço. A fabela pode apresentar alterações degenerativas, mas também pode ser apenas um achado associado a um joelho com desgaste mais amplo. 

O conteúdo sobre lesões de cartilagem no joelho ajuda a entender por que sintomas mecânicos nem sempre vêm de uma única estrutura.

  • Lesões musculares: Uma distensão da panturrilha ou dos músculos posteriores da coxa pode provocar dor próxima ao joelho. Normalmente há relação com esforço, aceleração, salto ou alongamento brusco.

O diagnóstico correto depende da combinação entre história clínica, localização da dor, testes específicos e exames de imagem.

Quais exames podem identificar a fabela?

A escolha do exame depende dos sintomas e das hipóteses levantadas durante a consulta.

  • Radiografia: A radiografia pode mostrar uma fabela ossificada atrás do côndilo lateral do fêmur. É um exame útil para avaliar alinhamento, artrose, fraturas e outras alterações ósseas. Entretanto, fabelas predominantemente cartilaginosas podem não aparecer. Além disso, uma radiografia que mostra a estrutura não comprova que ela esteja causando dor.
  • Ultrassonografia: A ultrassonografia permite examinar tendões, músculos, cistos e estruturas superficiais em tempo real. O examinador pode pressionar a região com o transdutor e verificar se essa manobra reproduz o sintoma. O exame também pode ajudar a avaliar o tendão do gastrocnêmio e a diferenciar uma estrutura sólida de uma formação preenchida por líquido.
  • Ressonância magnética: A ressonância oferece uma avaliação mais ampla dos tecidos do joelho. Pode identificar a fabela, alterações inflamatórias, desgaste de sua superfície, irritação do gastrocnêmio e possíveis mudanças no côndilo femoral. Outra vantagem é a investigação de diagnósticos alternativos, como lesões meniscais, condrais, ligamentares, tendíneas e cistos. 
  • Tomografia computadorizada: A tomografia oferece imagens detalhadas das estruturas ósseas. Pode ser solicitada quando existe dúvida sobre formato, posição, degeneração ou fratura da fabela.

Nem todos os pacientes precisam realizar todos esses exames. O ortopedista seleciona o método mais adequado de acordo com cada caso.

Como funciona o tratamento sem cirurgia?

O tratamento inicial da síndrome da fabela costuma ser não cirúrgico, principalmente quando não comprometimento neurológico, bloqueio importante da movimentação do joelho, ou outra lesão associada que exija intervenção.

As opções que podem ser consideradas incluem:

  • Ajuste das atividades: redução temporária de corridas, saltos, arrancadas e movimentos que comprimam a fabela contra o fêmur.
  • Controle da carga esportiva: adaptação da distância, intensidade, velocidade e frequência dos treinos.
  • Medicamentos para controle da dor: analgésicos ou anti-inflamatórios podem ser prescritos pelo médico, quando adequados ao paciente.
  • Aplicação de gelo: pode ajudar no alívio temporário da dor após atividades, sem corrigir a causa mecânica.
  • Terapia manual: mobilizações específicas da fabela e dos tecidos próximos podem ser utilizadas por profissional capacitado em casos selecionados.
  • Infiltração com anestésico local: pode ajudar a confirmar se a dor realmente se origina na região da fabela e proporcionar alívio temporário.
  • Infiltração com corticosteroide: pode ser avaliada quando existe inflamação local persistente, sempre com indicação médica e, preferencialmente, orientação por imagem.
  • Ondas de choque extracorpóreas: podem ser consideradas em casos persistentes, embora a evidência ainda seja limitada.
  • Laser de alta intensidade: pode auxiliar no controle da dor e da inflamação local, sendo utilizado como terapia complementar em alguns pacientes, apesar da escassez de estudos específicos para essa condição.

Quando a cirurgia pode ser considerada?

A cirurgia é reservada para casos selecionados. Ela pode ser discutida quando existe forte correlação entre a fabela e os sintomas, outras causas foram excluídas e o tratamento não cirúrgico não proporcionou melhora suficiente apesar de bem realizado.

O procedimento é chamado de fabelectomia e consiste na retirada da fabela. Ele pode ser realizado por uma abordagem aberta ou, em situações específicas, por técnica artroscópica.

A decisão exige cautela porque a região posterolateral contém nervos, vasos e estruturas estabilizadoras. O planejamento deve considerar a posição do osso, a anatomia individual e possíveis alterações associadas.

Quatro situações em que a cirurgia pode entrar na discussão são:

  1. Dor posterolateral persistente e bem localizada após reabilitação adequada.
  2. Estalos dolorosos repetitivos que limitam a função.
  3. Fratura da fabela com sintomas importantes.
  4. Irritação mecânica confirmada depois de cirurgia ou prótese do joelho.

Relatos publicados descrevem melhora após a retirada em pacientes cuidadosamente selecionados, mas a evidência científica é composta principalmente por séries pequenas e relatos de caso. Isso significa que não é possível garantir o mesmo resultado para todas as pessoas.

Quando uma intervenção artroscópica é considerada, o paciente também precisa compreender as etapas da artroscopia do joelho, seus objetivos, limitações e processo de recuperação.

Possíveis riscos cirúrgicos incluem infecção, rigidez, hematoma, lesão de estruturas próximas, persistência da dor e necessidade de reabilitação. A indicação deve ser individualizada por um ortopedista com experiência em cirurgia do joelho.

Como é a recuperação após a retirada da fabela?

A recuperação depende da técnica utilizada, da condição dos tecidos próximos, da existência de outras lesões e das necessidades funcionais do paciente.

Nas primeiras fases, o foco costuma estar no controle da dor e do inchaço, na proteção da incisão, na recuperação da amplitude de movimento e na ativação muscular.

Depois, a fisioterapia pode progredir para:

  • Fortalecimento do quadríceps.
  • Fortalecimento da panturrilha.
  • Recuperação dos músculos posteriores da coxa.
  • Treino de equilíbrio.
  • Melhora da marcha.
  • Exercícios funcionais.
  • Progressão para corrida.
  • Retorno gradual ao esporte.

Quatro marcos funcionais que podem ser avaliados são:

  1. Caminhar sem mancar.
  2. Dobrar e esticar o joelho com conforto.
  3. Realizar exercícios de força sem piora posterior.
  4. Executar tarefas esportivas progressivas com controle.

O retorno não deve ocorrer apenas porque a ferida cicatrizou. Força, mobilidade, coordenação e tolerância à carga precisam ser recuperadas.

Atletas podem necessitar de uma fase adicional de preparação, com corrida, mudança de direção, saltos e gestos específicos da modalidade. A liberação deve ser realizada pela equipe responsável pelo tratamento.

É possível prevenir a síndrome da fabela?

Não existe uma forma comprovada de impedir a presença da fabela, pois ela faz parte da anatomia de algumas pessoas. A prevenção é direcionada à redução de sobrecargas capazes de tornar essa estrutura sintomática.

Medidas úteis incluem:

  1. Aumentar o volume de treino gradualmente.
  2. Evitar mudanças bruscas de distância, velocidade ou intensidade.
  3. Fortalecer quadril, coxa e panturrilha.
  4. Trabalhar mobilidade de acordo com a necessidade individual.
  5. Corrigir padrões de movimento inadequados.
  6. Respeitar períodos de recuperação.
  7. Não insistir em atividades que provoquem dor crescente.
  8. Avaliar calçados, superfície e planejamento esportivo.
  9. Retornar ao esporte de maneira progressiva após lesões.
  10. Tratar alterações associadas do joelho.

A prevenção não elimina totalmente o risco, mas pode reduzir sobrecargas e facilitar a identificação precoce de alterações mecânicas.

Quando procurar um ortopedista?

Uma dor leve depois de uma atividade incomum pode melhorar com redução temporária da carga. Entretanto, a avaliação com ortopedista é recomendada quando o sintoma persiste, se repete ou interfere na rotina.

Procure atendimento especialmente quando houver:

  • Dor por vários dias ou semanas.
  • Piora progressiva.
  • Limitação para dobrar ou esticar o joelho.
  • Inchaço.
  • Trauma recente.
  • Estalos dolorosos.
  • Travamento.
  • Perda de força.
  • Sensação de instabilidade.
  • Formigamento ou alteração da sensibilidade.
  • Dificuldade para apoiar o peso.
  • Falha das medidas iniciais orientadas.

O profissional poderá determinar se a fabela participa do quadro ou se é apenas um achado incidental. Essa distinção evita tratamentos direcionados à estrutura errada.

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Conclusão

A síndrome da fabela é uma causa incomum de dor na parte posterior e lateral do joelho. O diagnóstico deve considerar os sintomas, o exame físico e os exames de imagem, pois outras lesões podem causar desconforto semelhante.

O tratamento costuma começar com medidas não cirúrgicas. Quando a dor persiste, limita os movimentos ou piora, é importante procurar um ortopedista para definir a conduta mais adequada.

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O Dr. Carlos Vinícius é ortopedista com foco em medicina regenerativa e realiza uma avaliação completa para entender o grau da lesão, o perfil do paciente e definir o melhor tratamento, cirúrgico ou não, com tecnologias como reabilitação personalizada, terapia biológica e protocolos avançados de recuperação.

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Dr. Carlos Vinicius Ortopedista SP

Sobre o Dr. Carlos Vinícius

O Dr. Carlos Vinícius é referência no tratamento por ondas de choque em São Paulo. Formado há mais de 10 anos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), se especializou em cirurgia do joelho pela Universidade de São Paulo (USP) e finalizou seu doutorado em Ciências da Cirurgia também pela UNICAMP.

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Foto de Dr. Carlos Vinícius

Dr. Carlos Vinícius

Ortopedista e Cirurgião do Joelho | CRM-SP 140.189 | TEOT 13.130
Doutor em Ciências da Cirurgia pela UNICAMP, especialista em Cirurgia do Joelho pela USP e com treinamento em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

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