terapia com ondas de choque

Crianças podem fazer terapia com ondas de choque?

A terapia com ondas de choque é uma das opções mais eficazes e seguras de tratamento não invasivo. 

Ela pode ser usada para tratar desde inflamações e lesões musculares até fraturas ósseas e vários outros problemas. As ondas de choque têm pouquíssimas contraindicações, mas, entre elas, está a aplicação em crianças.

Por que as crianças não devem fazer terapia com ondas de choque?

A principal restrição à terapia com ondas de choque em crianças é um possível dano às placas de crescimento dos ossos. 

Por isso, para evitar prejudicar o crescimento ósseo e a integridade dessas placas, normalmente não se recomenda esse tratamento para crianças. 

No caso de outros problemas, os riscos precisam ser avaliados pelo ortopedista, assim como a possibilidade de outras abordagens.

O que são as placas de crescimento?

As placas de crescimento são seções de cartilagem nas extremidades dos ossos longos de crianças (como o do braço e da perna). Elas permitem que os ossos se alonguem durante o processo de crescimento. 

 

Por isso, elas só duram até a pessoa atingir sua maturidade esquelética, elas são substituídas por osso maduro e a criança para de crescer.

Para garantir a máxima efetividade e segurança do tratamento com ondas de choque, é preciso buscar um especialista que saiba te orientar de acordo com suas necessidades.

O Dr. Carlos Vinícius Buarque de Gusmão é ortopedista, especialista em Joelho, ondas de choque e Tratamentos Minimamente Invasivos (infiltração, denervação, PRP e Bloqueio dos geniculares) e atende em São Paulo, na Vila Mariana e no Morumbi. Se quiser tirar suas dúvidas, clique aqui!

Dr. Carlos Vinicius Ortopedista SP

Sobre o Dr. Carlos Vinícius

O Dr. Carlos Vinícius é referência no tratamento por ondas de choque em São Paulo. Formado há mais de 10 anos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), se especializou em cirurgia do joelho pela Universidade de São Paulo (USP) e finalizou seu doutorado em Ciências da Cirurgia também pela UNICAMP.

Saiba mais

Compartilhe:

Facebook
WhatsApp
Telegram
LinkedIn