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Síndrome da plica sinovial: por que o joelho estala e dói ao dobrar?

A síndrome da plica sinovial acontece quando uma dobra da membrana sinovial presente dentro do joelho fica irritada, espessada ou menos flexível e passa a sofrer atrito durante os movimentos da articulação. Isso pode provocar dor, principalmente na parte da frente ou na região interna do joelho, além de estalos, sensação de ressalto e desconforto ao dobrar e esticar a perna. Existem diferentes tipos de plica sinovial, mas a plica medial, também chamada de mediopatelar, é a que mais frequentemente apresenta importância clínica e se torna sintomática.

O desconforto pode aparecer durante atividades aparentemente simples, como subir escadas, agachar, levantar de uma cadeira ou permanecer muito tempo com o joelho dobrado. Em pessoas fisicamente ativas, corrida, ciclismo, musculação e esportes que exigem flexões repetidas também podem desencadear ou intensificar os sintomas.

É importante, porém, entender que ter uma plica no joelho não significa necessariamente ter uma doença. Essas dobras são variações anatômicas frequentes e muitas pessoas convivem com elas durante toda a vida sem apresentar qualquer problema.

O diagnóstico depende da relação entre os sintomas, o exame físico e, quando necessário, exames de imagem. Além disso, outras causas de dor e estalos precisam ser consideradas antes de atribuir os sintomas à plica.

O que é a plica sinovial do joelho?

A parte interna da articulação do joelho é revestida pela membrana sinovial, tecido responsável, entre outras funções, pela produção do líquido sinovial que participa da lubrificação e do funcionamento articular.

Durante o desenvolvimento embrionário, a cavidade do joelho passa por um processo de organização e remodelação. Algumas dobras desse tecido podem permanecer após essa fase e formar as chamadas plicas sinoviais.

Por isso, a presença de uma plica isoladamente não deve ser interpretada como lesão.

Para compreender melhor onde essas estruturas estão localizadas, é útil conhecer a anatomia dos joelhos, incluindo a relação entre patela, fêmur, cartilagem, membrana sinovial, meniscos, ligamentos e musculatura.

Em condições normais, a plica costuma ser fina e flexível, movimentando-se sem produzir sintomas. O problema surge quando esse tecido sofre irritação repetida e pode ficar mais espesso, endurecido ou inflamado.

A partir daí, durante os movimentos de flexão e extensão, essa dobra pode entrar repetidamente em contato com estruturas próximas, especialmente a patela e a região do côndilo femoral.

É nesse contexto que uma variação anatômica antes assintomática pode passar a provocar sintomas.

Quais são os tipos de plica sinovial?

As plicas são classificadas principalmente de acordo com a região do joelho em que estão localizadas. De forma geral, podem ser divididas em quatro tipos.

Plica suprapatelar

Localiza-se na região superior da patela, próxima à bolsa suprapatelar.

É uma das formas frequentemente identificadas anatomicamente, mas isso não significa que normalmente produza sintomas. Na maior parte das pessoas, sua presença não causa limitação ou dor.

Quando se torna espessada ou inflamada, entretanto, pode contribuir para dor anterior do joelho e desconforto durante movimentos repetitivos.

Plica medial ou mediopatelar

A plica medial fica na região interna do joelho e se relaciona com a borda medial da patela e com a superfície do fêmur.

Entre os diferentes tipos, é a plica que mais frequentemente provoca dor

Isso acontece principalmente porque sua localização favorece o contato repetitivo entre a dobra sinovial e as estruturas da articulação durante determinados graus de flexão e extensão.

Quando está fina e flexível, esse contato não costuma provocar problemas. Entretanto, quando a plica fica espessada, fibrosada ou irritada, o atrito começa a causar dor e sintomas mecânicos.

Plica infrapatelar

Localiza-se abaixo da patela e pode se estender pela região anterior da articulação.

Também é conhecida em determinadas classificações anatômicas como ligamento mucoso.

Sua presença é relativamente comum e frequentemente assintomática. Em situações específicas, entretanto, alterações nessa estrutura podem estar associadas a desconforto anterior.

Plica lateral

Localiza-se na região externa da articulação e é a menos frequente.

A plica lateral verdadeira é relativamente rara quando comparada às demais localizações.

Embora possa eventualmente se tornar sintomática, ela possui importância clínica significativamente menor do que a plica medial.

Por que a plica medial costuma causar mais sintomas?

A resposta está principalmente em sua posição anatômica.

A plica mediopatelar percorre uma região próxima à superfície interna da patela e ao côndilo femoral medial. Conforme o joelho dobra e estica, essa estrutura precisa acompanhar o movimento da articulação.

Quando permanece fina e elástica, normalmente desliza sem causar problema.

Depois de episódios repetidos de irritação, pode ocorrer um processo de espessamento e perda de flexibilidade. Dessa forma, a plica passa a entrar em contato de maneira mais intensa com as estruturas próximas.

Cada repetição do movimento pode aumentar a irritação.

É por isso que alguns pacientes apresentam poucos sintomas durante atividades cotidianas, mas começam a sentir dor depois de correr vários quilômetros, realizar séries repetidas de agachamento ou aumentar repentinamente o volume de treinamento.

Em quadros persistentes, o atrito repetitivo também pode estar associado a alterações da superfície articular. Por isso, sintomas prolongados precisam ser avaliados adequadamente, especialmente quando existe suspeita de comprometimento da cartilagem do joelho.

Por que o joelho estala quando a pessoa dobra?

O estalo pode acontecer quando a plica espessada se desloca sobre uma estrutura do joelho durante o movimento.

Alguns pacientes percebem apenas um pequeno clique. Outros descrevem uma sensação de algo passando ou dando um ressalto na região interna da patela.

O sintoma pode aparecer ao:

  • levantar de uma cadeira;
  • agachar;
  • subir ou descer escadas;
  • realizar exercícios de musculação;
  • pedalar;
  • correr;
  • dobrar e esticar repetidamente o joelho.

O estalo isolado não confirma a presença de uma plica sintomática.

Existem diversas causas de estalos no joelho, e muitas delas não representam doença.

Um joelho que estala ocasionalmente, mas não apresenta dor, inchaço, limitação de movimento ou perda funcional, pode não possuir nenhuma alteração relevante.

A situação merece mais atenção quando o estalo ocorre repetidamente no mesmo ponto e está acompanhado de dor, sensibilidade, inchaço ou limitação das atividades.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas variam de acordo com o grau de irritação da plica e com as demandas impostas ao joelho.

Entre as manifestações mais comuns estão:

  • dor na região anterior do joelho;
  • dor na parte interna da patela;
  • estalo ao dobrar ou esticar a perna;
  • sensação de ressalto durante o movimento;
  • sensibilidade ao tocar a região interna da patela;
  • desconforto ao agachar;
  • dor ao subir ou descer escadas;
  • piora depois de permanecer sentado por muito tempo;
  • desconforto durante corrida ou ciclismo;
  • sensação de rigidez;
  • inchaço em alguns casos;
  • sensação de travamento ou pseudotravamento.

A intensidade também pode variar bastante:

  • Uma pessoa com quadro leve pode apresentar apenas um desconforto depois de treinos longos.
  • Em um quadro moderado, a dor pode começar mais cedo durante a atividade e interferir em agachamentos, escadas, corrida ou exercícios de academia.
  • Quando os sintomas se tornam persistentes, a pessoa pode sentir dor mesmo em atividades cotidianas e começar a reduzir involuntariamente os movimentos do joelho.

Nesse estágio, é importante procurar avaliação especializada.

O que pode deixar uma plica antes assintomática irritada?

Nem sempre existe uma causa única.

Em muitos casos, ocorre uma combinação entre características anatômicas, quantidade de carga aplicada ao joelho e capacidade dos tecidos de tolerar essa carga.

Algumas situações frequentemente relacionadas ao início dos sintomas incluem:

  • aumento repentino do volume de corrida;
  • excesso de exercícios envolvendo agachamentos;
  • movimentos repetidos de flexão e extensão;
  • ciclismo com grande volume de treinamento;
  • esportes com saltos;
  • traumatismo direto na região anterior do joelho;
  • período de inatividade seguido de retorno muito rápido aos exercícios;
  • alterações da mecânica do membro inferior;
  • fraqueza muscular;
  • perda de mobilidade;
  • processos inflamatórios dentro da articulação.

Um paciente que corria cinco quilômetros duas vezes por semana e passa rapidamente a correr dez quilômetros quatro vezes por semana, por exemplo, aumentou consideravelmente a demanda sobre o joelho.

Outro paciente pode não praticar corrida, mas realizar grande quantidade de agachamentos, exercícios de escada ou movimentos repetitivos no trabalho.

Por isso, a investigação deve considerar não apenas onde dói, mas também o que mudou nas semanas anteriores ao início dos sintomas.

Toda dor e estalo na parte interna do joelho são causados pela plica?

Não.

Esse é um dos pontos mais importantes da avaliação.

Os sintomas da plica podem ser semelhantes aos de diversas outras alterações do joelho.

Uma lesão de menisco, por exemplo, também pode causar dor na região interna, estalos, inchaço e sensação de travamento.

Outros diagnósticos que podem precisar ser considerados incluem:

  • síndrome dolorosa patelofemoral;
  • lesões da cartilagem;
  • instabilidade da patela;
  • tendinopatias;
  • lesões meniscais;
  • inflamação da gordura infrapatelar;
  • artrose;
  • corpos livres articulares;
  • outras alterações sinoviais.

O contexto costuma ajudar na diferenciação.

Uma lesão meniscal traumática pode surgir depois de uma torção do joelho, por exemplo. Já a irritação da plica frequentemente apresenta relação maior com movimentos repetitivos e sobrecarga progressiva.

Essas características ajudam na investigação, mas não são suficientes para estabelecer um diagnóstico sem avaliação médica.

Como o ortopedista identifica a síndrome da plica?

O diagnóstico começa pela história relatada pelo paciente.

O ortopedista procura entender exatamente onde está a dor, quando começou, quais movimentos provocam os sintomas e se houve mudança recente na rotina de exercícios.

Questões importantes incluem:

  • houve algum trauma?
  • o joelho inchou?
  • a dor começou depois de aumentar os treinos?
  • o estalo é doloroso?
  • existe travamento verdadeiro?
  • a pessoa consegue esticar completamente o joelho?
  • subir ou descer escadas piora?
  • ficar sentado por bastante tempo provoca desconforto?
  • existe sensação de instabilidade?

Depois disso, é realizado o exame físico.

O médico pode avaliar mobilidade, alinhamento, força muscular, região patelofemoral, meniscos, ligamentos e pontos específicos de sensibilidade.

Em alguns pacientes, é possível perceber uma estrutura sensível ou um ressalto próximo à margem interna da patela durante o movimento.

Existem ainda testes clínicos específicos utilizados para investigar a plica medial, mas nenhum achado isolado deve ser interpretado fora do contexto do restante da avaliação.

Como é feito o tratamento sem cirurgia?

Na maioria dos casos, o tratamento da plica sinovial começa de forma conservadora. A estratégia procura reduzir a irritação da articulação, controlar os sintomas e melhorar progressivamente a capacidade do joelho de suportar as atividades do dia a dia e do esporte.

Isso não significa necessariamente interromper completamente os exercícios. Muitas vezes, é preciso identificar quais movimentos estão aumentando os sintomas, reduzir temporariamente a sobrecarga e realizar uma reabilitação progressiva.

Entre as possibilidades de tratamento estão:

  • Ajuste das atividades e da carga de treinamento: corrida, agachamentos profundos, ciclismo intenso, escadas e movimentos repetitivos de flexão do joelho podem precisar ser reduzidos temporariamente quando provocam dor. Conforme os sintomas melhoram, a atividade pode ser retomada de maneira progressiva.
  • Fisioterapia e fortalecimento muscular: exercícios individualizados podem melhorar força, mobilidade e controle do movimento. O fortalecimento do quadríceps, dos músculos do quadril e de outras estruturas dos membros inferiores pode ajudar a diminuir sobrecargas que contribuem para a irritação da região anterior do joelho.
  • Controle da dor e da inflamação: medidas locais, como compressas frias em situações selecionadas, podem ser utilizadas para aliviar temporariamente o desconforto após atividades. Analgésicos ou anti-inflamatórios devem ser utilizados somente quando prescritos pelo médico, considerando as características e contraindicações de cada paciente.
  • Infiltração no joelho: pode ser considerada em casos específicos, principalmente quando existem processos inflamatórios ou alterações articulares associadas. O tipo de substância utilizada e a indicação dependem do diagnóstico. A infiltração não é necessária para todas as pessoas com plica sintomática.
  • Viscossuplementação com ácido hialurônico: é um tratamento intra-articular utilizado principalmente em determinadas alterações da cartilagem e condições degenerativas do joelho. Pode fazer parte da estratégia quando essas alterações coexistem com os sintomas, mas não é um tratamento específico para eliminar a plica sinovial.
  • Plasma rico em plaquetas, o PRP: é uma opção de tratamento biológico empregada em algumas lesões musculoesqueléticas, como determinadas tendinopatias, lesões de cartilagem e quadros articulares. Na presença de uma plica sinovial, sua eventual indicação depende principalmente das estruturas associadas que estejam contribuindo para a dor, e não apenas da existência da plica.
  • Medicina regenerativa: procedimentos ortobiológicos podem ser avaliados em situações específicas, principalmente quando o paciente também apresenta lesões de cartilagem, tendões ou outras estruturas. A indicação deve ser individualizada depois da definição precisa da origem dos sintomas.
  • Tratamento com ondas de choque: não é direcionado à plica intra-articular em si, mas pode ser útil quando a avaliação identifica tendinopatias ou outras alterações de partes moles associadas à dor no joelho. Por isso, é necessário diferenciar se o desconforto realmente vem da plica ou de estruturas próximas.

Em muitos pacientes, a combinação entre ajuste de carga, fisioterapia e fortalecimento é suficiente para controlar o quadro. Tratamentos complementares não são indicados automaticamente e precisam estar relacionados ao diagnóstico encontrado durante a avaliação.

Essa diferenciação é importante porque uma pessoa pode apresentar uma plica medial na ressonância e, ao mesmo tempo, ter uma tendinopatia, alteração da cartilagem ou outra condição responsável por parte dos sintomas. Nesses casos, o ortopedista pode combinar diferentes estratégias para tratar não apenas a dor, mas também as estruturas que estão efetivamente comprometidas.

Quando a cirurgia pode ser considerada?

Quando a síndrome da plica sinovial apresenta indicação cirúrgica, o tratamento é realizado por um cirurgião ortopedista especialista em joelho, geralmente por meio de artroscopia.

O Dr. Carlos Vinícius, cirurgião ortopedista especialista em joelho, avalia não apenas a plica sinovial, mas também as demais estruturas da articulação que podem estar relacionadas à dor, aos estalos e à limitação dos movimentos.

Dependendo dos achados identificados pelo cirurgião, os procedimentos podem incluir:

  • Artroscopia do joelho: permite ao cirurgião visualizar diretamente o interior da articulação e confirmar as características da plica e de possíveis alterações associadas.
  • Ressecção artroscópica da plica sinovial: consiste na retirada da plica espessada, fibrosada ou mecanicamente irritativa que está entrando em contato repetitivo com outras estruturas do joelho.
  • Regularização da plica sinovial: durante a artroscopia, o cirurgião pode remover o tecido sinovial patológico responsável pelo conflito mecânico, preservando as demais estruturas saudáveis da articulação.
  • Tratamento de lesões da cartilagem associadas: quando o atrito repetitivo da plica provoca uma lesão condral, o cirurgião pode avaliar a necessidade de tratar essa alteração durante o mesmo procedimento.
  • Condroplastia artroscópica: em casos selecionados com irregularidades ou fragmentos instáveis da cartilagem, o cirurgião pode realizar a regularização da superfície condral.
  • Sinovectomia artroscópica localizada: quando existe tecido sinovial inflamado ou hipertrofiado associado à plica, o cirurgião pode realizar a retirada seletiva desse tecido durante a artroscopia.
  • Tratamento de outras alterações intra-articulares: se o cirurgião identificar lesões meniscais, condrais ou outras alterações que estejam contribuindo para os sintomas, elas podem ser abordadas de acordo com sua indicação específica.

Portanto, a cirurgia da síndrome da plica sinovial não deve ser entendida apenas como a retirada de uma dobra de tecido. Durante a artroscopia, o cirurgião de joelho avalia toda a articulação e determina quais estruturas precisam efetivamente ser tratadas.

O Dr. Carlos Vinícius é cirurgião ortopedista especialista em joelho e realiza cirurgias artroscópicas, permitindo que o tratamento seja definido de acordo com o tipo de plica, o grau de comprometimento da articulação e a presença ou não de lesões associadas.

Conclusão

A síndrome da plica sinovial pode explicar quadros de dor anterior ou na região interna do joelho acompanhados de estalos, ressaltos e desconforto ao dobrar e esticar a perna. Entre os diferentes tipos de plica, a mediopatelar ou medial é a que mais frequentemente apresenta relevância clínica.

Mesmo assim, a presença de uma plica é comum e, na maioria das vezes, não representa uma doença. O diagnóstico exige avaliar se aquela estrutura realmente corresponde aos sintomas apresentados pelo paciente e excluir outras causas possíveis, como alterações patelofemorais, meniscais e da cartilagem.

Quando o quadro é sintomático, o tratamento costuma começar com controle das atividades desencadeantes, adequação de carga e fisioterapia. Procedimentos cirúrgicos ficam reservados para situações selecionadas em que os sintomas persistem e existe indicação clínica bem estabelecida.

Dor que não melhora, inchaço, limitação de movimento, travamento, perda de força ou piora progressiva não devem ser atribuídos automaticamente à plica. Nesses casos, uma avaliação com ortopedista permite identificar a estrutura envolvida e definir a estratégia de tratamento mais adequada para cada paciente.

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O Dr. Carlos Vinícius é ortopedista com foco em medicina regenerativa e realiza uma avaliação completa para entender o grau da lesão, o perfil do paciente e definir o melhor tratamento, cirúrgico ou não, com tecnologias como reabilitação personalizada, terapia biológica e protocolos avançados de recuperação.

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Dr. Carlos Vinicius Ortopedista SP

Sobre o Dr. Carlos Vinícius

O Dr. Carlos Vinícius é referência no tratamento por ondas de choque em São Paulo. Formado há mais de 10 anos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), se especializou em cirurgia do joelho pela Universidade de São Paulo (USP) e finalizou seu doutorado em Ciências da Cirurgia também pela UNICAMP.

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Dr. Carlos Vinícius

Ortopedista e Cirurgião do Joelho | CRM-SP 140.189 | TEOT 13.130
Doutor em Ciências da Cirurgia pela UNICAMP, especialista em Cirurgia do Joelho pela USP e com treinamento em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

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